quarta-feira, 29 de agosto de 2012
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
L'Aubade Subite | A Alvorada Repentina
L’aube du jour se précipite O alvorecer se precipita
Tout paraît vertigineux Tudo parece vertiginos Quelques couleurs se cachent Algumas cores somem D' autres deviennent plus vécues Outras se tornam mais vívidas Apercevoir, c'est difficile Enxergar é difícilMais la vision s'y habitue Mas a visão se acostuma Et tout est transformé subitement E tudo é transformado de repente Ou prend longtemps pour l'être Ou demora demais para ser
sábado, 5 de março de 2011
Ele leu, gostou e recomenda: "O Simbolo Perdido", de Dan Brown

Ao longo do breve período de existência que o homem possui no fantástico planeta Terra, desafios são lhe lançados e sua particular capacidade de raciocinar torna-se cada vez mais aguçada. Novos conhecimentos surgem para aqueles que o procuram, mostrando ser o elemento fundamental para sua evolução mental. Com as palavras de Dan Brown no magnífico livro “O Símbolo Perdido”, o poder do conhecimento torna-se alcançável e se reflete em palavras muito bem elaboradas e organizadas em uma história empolgante, proporcionando ao leitor um passeio inesquecível pelas vielas da sabedoria.
Ao lermos o “O Símbolo Perdido”, podemos afirmar que um gênio o escreveu. A ciência noética, a teoria das supercordas e o poder da mente sobre o mundo físico são assuntos abordados no livro que nos instigam de maneira intensa. Além de aprendermos muito com eles, embarcamos nos mistérios da maçonaria, incluindo os cultos sagrados presentes nela.
Dan Brown faz uma mistura mágica entre suspense, ação e inteligência. O resultado se chama “O Símbolo Perdido”, que é, sem sombra de dúvida, uma obra marcante para os dias de hoje e um grande legado para a literatura mundial. Como o autor mesmo disse: “Viver num mundo sem tomar consciência do significado do mundo é como vagar por uma imensa biblioteca sem tocar os livros.”
Resenhado por Pedro Rocha.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Uma Fase Conturbada
AMADURECER NÃO É UMA TAREFA FACÍL.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
A Última Chance
AMANHECIA QUANDO O MENINO ACORDOU E ESFREGOU OS OLHOS.
Ele não sabia que aquele inverno devastaria mais do que as folhas do arvoredo...
- Depressa, Miguel, ninguém vai esperar por você mais uma vez! - bradou sua avó do corredor.
Ela sempre estava apressada e, mesmo quando não estava, fingia que estava para aparentar ter o que fazer. Mas, naquele dia, Dona Joana realmente tinha o que fazer: ia buscar a neta Sofia, prima de Miguel, na rodoviária. A menina passara os últimos três meses na casa do pai, em outro estado. Dona Joana tinha a guarda dela, assim como a do neto órfão. Era uma avó saudosa que não estava disposta a esperar pelo menino atrapalhado que sempre se atrasava.
Logo que Miguel saiu do quarto, percebeu que a avó acabara de bater a porta. Se arrumou rapidamente e correu na tentativa de alcançá-la. Ele jamais a alcançaria. Quatro garotos altos e fortes bloquearam seu caminho e o levaram para um beco.
- Dessa vez você não vai escapar! - gritou o líder dos garotos, acertando-lhe o estômago. Seguiram-se socos e chutes enquanto o perplexo garoto de doze anos gritava: Não! ; Não sou eu! ; Socorro! E os outros riam e falavam: Você merece, Chulé, seu dedo-duro imundo!, sem parar de espancá-lo.
A última coisa que ouviu foram os passos apressados de seus agressores. Ele ainda não admitia, em seus derradeiros momentos de angústia e dor, que estava em uma situação fatal e que aqueles eram, na verdade, seus assassinos.
Na primeira noite de inverno daquele ano, havia o corpo de um adolescente inocente em um beco da cidade. Um bom menino, confundido com outro muito parecido, e sua saudosa e desesperada avó chorando a morte dos netos desaparecidos sob a penumbra do arvoredo em sua casa.
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~ Essa é uma redação que eu escrevi para a escola há alguns anos. Como consiste em um conto, constatei que era válido adaptá-lo e postá-lo aqui. Tirem do desfecho a conclusão que quiserem.~
sábado, 12 de fevereiro de 2011
" Textando..."

Abra o alçapão. Puxe a escada e suba por ela. O teto é um pouco inclinado, há móveis, artefatos e papéis antigos e empoeirados, há objetos rejeitados ali dentro. Mas também há uma luminosidade cálida invadindo o pequeno sótão pela clarabóia e uma poltrona vermelha convidativa no canto oposto à entrada. Se quiser, pode sentar-se, ler, refletir, rir. Se gostar, escrever também é importante, pois expressar opiniões e deixar aflorar sentimentos faz acontecer uma outra sensação maravilhosa em nosso corpo e em nossa mente: a de liberdade.